quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Entrevista no Diário Digital

"A morte do pai de Jesus desencadeia todo o livro de Teresa Lopes Vieira, que procurou ir contra o género instituído «conflito+procura+resolução». Deste modo, a autora resolveu escrever uma obra onde o passado, a memória, acaba por ser o motor do enredo. «Quando puxamos uma personagem, que começa a fazer força para não se mexer, o mundo vem atrás e forma uma espécie de explosão à sua volta», refere. "

Para ler na íntegra aqui. 

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Aprendendo a viver com Pedro Bezukhov

"Agora, durante essas três semanas de marcha, revelou-se-lhe uma nova e consoladora verdade: que nada há verdadeiramente terrível neste mundo, que não há no mundo situação na qual o homem seja completamente infeliz e escravo. Aprendeu que há um limite para o sofrimento e para a liberdade.
(...)
Pedro caminhava, olhando o chão e contando os passos de três em três, pelos dedos. Como se dirigisse à chuva, interiormente, dizia: "Pois seja, continua, continua!"

                                                                                          Guerra e Paz - León Tolstoi

quarta-feira, 31 de julho de 2013

A opinião do blogue Bran Morrighan sobre O Albatroz

"Estreei-me na escrita de Teresa Lopes Vieira com a obra Os Diários da Mulher Peter Pan e, confirmando quando conheci a autora pessoalmente, soube que estava perante uma escritora diferente, que dá o seu toque único às suas obras deixando a sua marca no leitor. O Albatroz, uma obra dura, realista e com muito para se concluir com a sua leitura, confirmou isso mesmo."
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terça-feira, 23 de julho de 2013

O Albatroz - trecho

«O corredor carregava em si uma mistura de suor velho, tabaco e água-de-colónia da feira de Colares. Porque quando as pessoas morrem, os seus odores pairam, teimosos, agarram-se aos objectos, recusam perceber que já não pertencem a lado nenhum. Células sem dono passeiam-se pelo espaço, desconhecendo que agora vagueiam sozinhas e que é o seu destino perderem-se no corpo das plantas, dos bichos, do lixo; servir de adubo virtual para tudo o que ainda permanece. Talvez a vida fosse assim, uma regeneração constante.»